União estável sem escritura
Análise dos elementos da convivência para verificar reconhecimento, período da relação e consequências jurídicas, mesmo quando o casal nunca formalizou a união em cartório.
Atuação para reconhecer, organizar ou encerrar relações construídas sem casamento formal, esclarecendo a data da convivência, o regime patrimonial, os bens, os contratos e as responsabilidades que permanecem depois da separação.
Quando não existe certidão de casamento ou escritura definindo todos os termos, mensagens, endereços, despesas, aquisições, declarações e a forma como o casal se apresentava podem se tornar relevantes. A análise jurídica reconstrói a convivência antes de concluir quais efeitos patrimoniais e sucessórios podem existir.
Análise dos elementos da convivência para verificar reconhecimento, período da relação e consequências jurídicas, mesmo quando o casal nunca formalizou a união em cartório.
Organização do término da convivência e das provas sobre quando a relação começou e terminou, questão que pode alterar a análise de bens, dívidas e direitos sucessórios.
Exame da data de aquisição, origem dos recursos, financiamento, reformas, pagamentos e regime patrimonial para verificar os efeitos sobre imóveis, veículos, investimentos e dívidas.
Elaboração e análise de instrumentos destinados a esclarecer regime de bens, despesas, patrimônio anterior, aquisições futuras e outros aspectos da vida em comum.
Avaliação da existência da união, participação no inventário, bens particulares e comuns, moradia e conflitos entre companheiro sobrevivente e demais herdeiros.
Construção de acordos sobre residência do animal, cuidados diários, despesas veterinárias, decisões de saúde e possibilidade de contato, conforme a realidade de cada caso.
Dra. Joanízia Feittósa, inscrita na OAB/SP sob o nº 409.148, atua em questões familiares e sucessórias nas quais a realidade da convivência precisa ser comparada aos contratos, registros e documentos patrimoniais existentes.
A ausência de um documento único não significa ausência de prova. O atendimento organiza a cronologia da relação, identifica contribuições financeiras e distingue patrimônio anterior, aquisições durante a convivência e situações ocorridas após a separação.
Esta página é direcionada a Pinheiros e aos bairros próximos, sem indicar a existência de escritório físico no local. O primeiro contato pode ser online, e o atendimento presencial ocorre mediante agendamento. Também são atendidas outras regiões da capital e da Grande São Paulo em um raio aproximado de até 50 km.
O atendimento começa pela história da relação: quando o casal passou a agir como família, onde viveu, como dividiu despesas, quais bens foram adquiridos e o que aconteceu no término ou no falecimento.
Informe quando a convivência começou, as mudanças de endereço, aquisições importantes, eventual separação anterior e se existe inventário, venda de bem, audiência ou prazo urgente.
Contratos, comprovantes de endereço, transferências, notas fiscais, declarações, mensagens, fotografias e documentos de bens podem ajudar a demonstrar a convivência e as contribuições de cada pessoa.
Após a análise, são indicados os pontos que podem ser formalizados por acordo, as provas que ainda precisam ser obtidas e as medidas necessárias para reconhecimento, dissolução, partilha ou sucessão.
A coabitação, isoladamente, não resolve a questão. É necessário analisar a forma como a relação era vivida, sua continuidade, publicidade, duração, intenção de constituir família e as provas disponíveis.
Sim, a data declarada em documento pode não coincidir com o início real da convivência. Quando existe divergência, a cronologia e as provas dos fatos precisam ser examinadas.
Pode haver discussão conforme o regime patrimonial, a data da aquisição, a origem dos recursos e a forma de pagamento. O registro em nome de uma pessoa é importante, mas não deve ser analisado isoladamente.
O contrato é um elemento relevante, mas sua eficácia depende da correspondência entre o documento e a realidade vivida. Nenhum instrumento deve ser examinado sem considerar os fatos posteriores e as demais provas.
O casal pode formalizar regras sobre residência, cuidados, despesas, tratamentos e contato. Sem acordo, devem ser analisadas as circunstâncias concretas, a participação de cada pessoa nos cuidados e o bem-estar do animal.
Apresente o período da convivência e informe se existem bens, contratos, despesas compartilhadas, inventário, discussão sobre a data da união ou responsabilidades relacionadas a animais de estimação. A orientação partirá da cronologia e dos documentos disponíveis.